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A Fundação Luso-Espanhola é uma instituição de direito privado, criada em 23 de Outubro de 2000 e nasceu da congregação de esforços de um conjunto de empresas portuguesas e espanholas que, imbuídos da mesma visão e do mesmo espírito construtivo, apostam na aproximação, desenvolvimento e projecção global do espaço da Península Ibérica.
A importância que as economias de Portugal e Espanha representam uma para a outra, exige de todos um contributo construtivo, assente em estruturas estrategicamente desenvolvidas.
Estruturas criadoras de laços que melhorem e direccionem as relações económicas entre os dois países, numa base geradora de competitividade, prosperidade e riqueza, realçando a harmonia das identidades que os caracterizam e as causas comuns que os unem.
Por isso, a Fundação Luso-Espanhola defende uma solução de futuro que, através de uma cooperação forte e equilibrada entre Portugal e Espanha, converta o espaço peninsular numa plataforma de relevância económica e cultural, a nivel europeu e mundial.

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A Fundação assinou acordo para Centro Ibero-Americano de Arbitragem PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da esquerda para a direita

Alejandro Kawabata (SEGIB), José António Silva e Sousa (Presidente da Fundação Luso-Espanhola), Ophir Cavalcanti (Bastonário da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB), Luís Martí Mingarro (Presidente da UIBA) e Flávio Caetano (Secretário de Estado da Justiça do Brasil)


 

A Fundação Luso-Espanhola e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), bem como outras entidades internacionais celebraram dia 3 de Outubro, em Brasilia, um acordo intitulado "Marco de Colaboração para a Formação de um Centro Ibero-Americano de Arbitragem", destinado à resolução de conflitos que envolvam atores de 22 países Ibero-Americanos. O objetivo é a resolução de controvérsias internacionais de caráter comercial e de investimentos.

O acordo foi firmado na sede da OAB Nacional, em Brasília, pelo presidente, Ophir Cavalcante; o presidente da União Ibero-Americana de Associações de Advogados (UIBA), Luis Martí Mingarro; o secretário Geral da Conferência dos Ministros de Justiça da Ibero-America (Comjib), Víctor Moreno Catena; e o secretário-geral Ibero-Americano, Enrique Iglesias.

A Fundacao, que participa nesta organização como entidade instituidora, foi representada no acto pelo Presidente do Conselho de Administração, José António Silva e Sousa.

A cerimónia de assinatura foi precedida por um painel que debateu a arbitragem internacional na Ibero-America.

Após a cerimónia reuniram-se as partes para traçar os métodos de trabalho e debater sobre o ingresso de novos agentes, difusão e promoção do mecanismo de resolução de conflitos e para a elaboração do regimento de funcionamento.

 
Entrevista ao Dr. José António Silva e Sousa, Presidente da Fundação Luso-Espanhola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
http://www.youtube.com/watch?v=aSiyoHZwDlA&feature=youtube_gdata_player
 
Novos Corpos Sociais na Fundação Luso-Espanhola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Foi deliberada a eleição dos novos corpos sociais da Fundação Luso-Espanhola, que passa a ser presidida por José António Silva e Sousa, tendo como vice-presidente José Honorato Ferreira e Alberto Carnero e administradores Manuel Pereira Ramos e Asunción Valdés.

Os novos nomeados têm vasta ligação com Portugal e com a Fundação, o que permite potenciar os projectos da mesma.

 

 
Fundação Luso-Espanhola presente na Cimeira Ibérica PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

"Marca Ibérica pode afetar equilíbrio entre Portugal e Espanha". Expresso Online, 08/05/2012

O presidente da Fundação Luso-Espanhola considera, ao contrário do seu congénere da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, que a criação de uma marca ibérica poderia afetar o equilíbrio entre Portugal e Espanha.

"Quanto à existência de uma marca ibérica nós não sabemos as vantagens e penso que isto teria que ser muito bem pensado em termos do equilíbrio entre Portugal e Espanha, ao nível dessa marca", disse ao Expresso José António Silva e Sousa, presidente da Fundação Luso-Espanhola.

José António Silva e Sousa diz acreditar que há medidas mais importantes, como a criação de uma autoridade que vise a cooperação entre os dois países. 
  
"Eu acho que há um ponto que é mais importante do que a criação de uma marca ibérica, que seria uma autoridade destinada unicamente à cooperação entre Portugal e Espanha", sublinhou o presidente da Fundação Luso-Espanhola.

A reação vem a propósito da entrevista dada hoje à TSF pelo presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, Enrique Santos, a defender a criação, para superar a crise, de uma marca ibérica de modo a aumentar as exportações para o Brasil, Índia e China.

Autoridade para cooperação


"Seria uma autoridade, que poderá tomar a natureza jurídica que viesse a ser considerada adequada, mas que fosse capaz supervisionar, por exemplo, os inúmeros protocolos que existem entre entidades portuguesas e espanholas ao nível empresarial, associativo, cultural ou científico quer ao nível nacional quer ao nível das regiões autónomas de Espanha, e que estão muitas vezes na gaveta, não sendo implementados", explica José António Silva e Sousa, o presidente da Fundação Luso-Espanhola.

Para José António Silva e Sousa esta entidade poderia permitir também uma melhor conjugação da realidade portuguesa com a realidade das autonomias espanholas, sobretudo, em termos de desenvolvimento económico.

"Portugal ainda é pouco conhecido em algumas autonomias espanholas, exceto nas mais próximas das fronteiras, e isso é uma dificuldade para as empresas portuguesas que também querem colocar-se nesses mercados", explicou.

Relação de "lealdade"

Questionado sobre se Portugal continua a ser um mercado atrativo para as empresas espanholas, apesar da crise, o presidente da Fundação Luso-espanhola garante que sim e que na base desta relação está a confiança e "lealdade" dos parceiros portugueses. 

"Continuamos a ser um mercado atrativo, sobretudo, porque Portugal é um mercado leal para o investidor espanhol. Temos sido parceiros leais e Espanha valoriza bastante isso. Os espanhóis estão em Portugal como se estivessem no seu próprio país e vice-versa", garantiu. 

 

José António Silva e Sousa disse ainda já existir uma relação totalmente recíproca entre Portugal e Espanha, tendo-se atingido um ponto que é muito importante, o da interligação dos mercados.

"Nós hoje estamos a tornarmo-nos economias interdependentes e isso é muito bom para o desenvolvimento. A política vai ter que acompanhar a economia, a cultura vai ter que acompanhar a economia e esta interdependência económica vai exigir muito desta sociedade", finalizou.

A XXV Cimeira luso-espanhola realiza-se quarta-feira, no Porto, e contará com a presença dos chefes de Estado dos dois países.

 

 

 

  

"Fundação Luso-Espanhola defende maior aposta no ensino do Português em Espanha". Agência Lusa, 07/05/2012

 

A Fundação Luso-Espanhola espera que a cimeira luso-espanhola do Porto possa encontrar novas soluções para fortalecer o ensino do português em Espanha, apresentando uma estratégia global "mais ambiciosa" para os laços ibéricos.

Em comunicado enviado à Lusa, José Antonio Silva e Sousa, presidente do Conselho de Administração da fundação recorda que, depois de um interregno de mais de três anos, a cimeira, que decorre quarta-feira no Porto, "exige um esforço maior de recuperação e níveis de ambição mais exigentes". "Um dos pontos onde a Fundação espera novas soluções é o do ensino do português em Espanha, dada a existência de um grande défice, considerando as necessidades do mercado", sublinha.  "Os espanhóis têm muito interesse em aprender português. Só na Extremadura há cerca de 8 mil alunos entre o ensino oficial e as escolas de línguas; no resto da Espanha o ensino do Português está a ser conduzido - e bem - por instituições brasileiras e a professores brasileiros. Estamos a perder oportunidades", considera.
Para Silva e Sousa a aprendizagem do português "está na moda em Espanha", tanto pelas ligações entre as economias ibéricas como pelas ligações crescentes às economias brasileiras e dos países africanos de expressão portuguesa.
A Fundação Luso-Espanhola foi criada em 2000 pelo antigo Ministro das Finanças Ernâni Lopes, reúne um conjunto de grandes empresas dos dois países e "visa a promoção conjunta e equilibrada das duas economias peninsulares no mercado global sob o lema dois países, um mercado virado para a competitividade internacional".

 

  

 

"Portugal é "seguro" para Espanha". Jornal OJE, 08/05/2012

 

PORTUGAL é um "mercado seguro" para Espanha e será "das últimas hipóteses a considerar" se as empresas espanholas tiverem de desinvestir no exterior, avançaram à agência Lusa especialistas em questões ibéricas. "Portugal tem com Espanha uma relação muito privilegiada em termos comerciais, de interdependência económica, mas essa interdependência tem por trás uma relação de grande fidelidade", afirmou o presidente da Fundação Luso-Espanhola, José António Silva e Sousa, para quem "o mercado português tem sido um mercado seguro para o espanhol, e vice-versa". O responsável acrescentou que "o investidor espanhol é cauteloso e aprecia segurança e lealdade". "Os problemas que surgem na América Latina [com as nacionalizações de ativos espanhóis na Bolívia e na Argentina] são casos que em Portugal, sinceramente, não vejo hipótese de acontecerem", reforçou.  
 
Por seu lado, Enrique Santos, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, defende que as empresas portuguesas continuam interessadas no mercado espanhol. A XXV Cimeira Luso-Espanhola, que decorre amanhã, na cidade do Porto, tem como objetivo reatar a proximidade nas relações ibéricas e intensificar os laços comerciais entre os dois países.  

 

 

 "Maior aposta no ensino de Português". Jornal de Notícias, 09/05/2012
 
O número de alunos portugueses a aprender espanhol teve um aumento de 800% entre 2005 e 2012, passando de pouco mais de cinco mil para cerca de 100 mil no presente ano letivo, afirmou ao JN fonte do Ministério da Educação. Em Espanha, a aprendizagem do português também "está na moda", seja pelas ligações entre as economias ibéricas, seja pelas ligações crescentes às economias brasileiras e dos países africanos de expressão portuguesa, defendeu ontem, em comunicado, José António Silva e Sousa, presidente do Conselho de Administração da Fundação Luso-Espanhola. O responsável espera, por isso, que a cimeira sirva para encontrar novas soluçqes para o ensino do português em Espanha, para responder ao mercado.  

 
Comunicado do Conselho de Administração da Fundação Luso-Espanhola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Tendo terminado o processo eleitoral que conduziu a um novo cenário de representação política em Espanha, a Fundação Luso-Espanhola congratula-se com o reforço da esperança e da unidade em que se traduziu este sufrágio. A Fundação Luso-Espanhola considera que o actual momento económico e social de Espanha e de Portugal exige um esforço consistente da classe política e dos cidadãos para superação dos desafios que se lhes colocam. Mas também proclama que a história dos dois povos sempre demonstrou - e demonstrará - a enorme capacidade de ambos na superação de momentos menos fáceis, e de afirmação e liderança no panorama internacional.

 

A Fundação Luso-Espanhola tem como suas principais missões a harmonização do espaço económico peninsular e a projecção económica dos dois países à escala global. Por isso, espera que o novo cenário político de Espanha – e também de Portugal – enalteça o diálogo comum e, bem assim, as ligações com os países de influencia espanhola e portuguesa. A este respeito cabe destacar as relações históricas com a América Latina e com África e, bem assim, a importância que poderão ter as comunidades de emigrantes espalhadas pelo Mundo na facilitação do acesso aos novos mercados de internacionalização.

 

O Conselho de Administração da Fundação Luso-Espanhola saúda todas as forças políticas que participaram nesta importante jornada da Democracia espanhola, sobretudo o partido que conseguiu reunir a maioria absoluta no Parlamento. E estará, como sempre tem estado desde a sua instituição, empenhada para colaborar com as empresas, associações e autoridades na prossecução do estreitamento das relações económicas e sociais entre os dois países ibéricos como forma de progresso e de melhoria da sua competitividade económica internacional.

 

 

 

 

 
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