Informação para Investidores

ACTUAR PARA DESENVOLVER


A Fundação Luso-Espanhola é uma instituição de direito privado, criada em 23 de Outubro de 2000 e nasceu da congregação de esforços de um conjunto de empresas portuguesas e espanholas que, imbuídos da mesma visão e do mesmo espírito construtivo, apostam na aproximação, desenvolvimento e projecção global do espaço da Península Ibérica.
A importância que as economias de Portugal e Espanha representam uma para a outra, exige de todos um contributo construtivo, assente em estruturas estrategicamente desenvolvidas.
Estruturas criadoras de laços que melhorem e direccionem as relações económicas entre os dois países, numa base geradora de competitividade, prosperidade e riqueza, realçando a harmonia das identidades que os caracterizam e as causas comuns que os unem.
Por isso, a Fundação Luso-Espanhola defende uma solução de futuro que, através de uma cooperação forte e equilibrada entre Portugal e Espanha, converta o espaço peninsular numa plataforma de relevância económica e cultural, a nivel europeu e mundial.

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Objectivos

A Mesa Redonda Permanente (MRP) consiste em encontros dos curadores, representados ao mais alto nível, e seus convidados, com o objectivo de debater e reflectir sobre temas da actualidade da vida empresarial e económica, com interesse para os dois países. Destinam-se a personalidades que tenham atingido o nível máximo de decisão em empresas de primeira linha e em associações sectoriais.

Organização
A Mesa Redonda Permanente efectua-se três vezes ao ano, de forma alternada em Portugal e Espanha, ocupando uma tarde de trabalho.

Estrutura
Cada sessão, subordinada a um tema escolhido pelo Conselho de Curadores divide-se em duas partes: numa primeira parte, dois oradores convidados e especialistas na matéria escolhida (um português e um espanhol), apresentam a sua perspectiva, através de uma comunicação, de cerca de meia-hora. Na segunda parte, abre-se o debate a todos os participantes com o propósito de criar um amplo espaço de diálogo e reflexão.

Esta segunda parte assume importância relevante pelas pistas que se pode lançar e pelas conclusões a que se chega, na intenção de possibilitar a busca de iniciativas concretas.