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A Fundação Luso-Espanhola é uma instituição de direito privado, criada em 23 de Outubro de 2000 e nasceu da congregação de esforços de um conjunto de empresas portuguesas e espanholas que, imbuídos da mesma visão e do mesmo espírito construtivo, apostam na aproximação, desenvolvimento e projecção global do espaço da Península Ibérica.
A importância que as economias de Portugal e Espanha representam uma para a outra, exige de todos um contributo construtivo, assente em estruturas estrategicamente desenvolvidas.
Estruturas criadoras de laços que melhorem e direccionem as relações económicas entre os dois países, numa base geradora de competitividade, prosperidade e riqueza, realçando a harmonia das identidades que os caracterizam e as causas comuns que os unem.
Por isso, a Fundação Luso-Espanhola defende uma solução de futuro que, através de uma cooperação forte e equilibrada entre Portugal e Espanha, converta o espaço peninsular numa plataforma de relevância económica e cultural, a nivel europeu e mundial.

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Corte de Arbitragem Ibero-Americana apresentada formalmente na Cimeira Ibero-Americana de Cadiz PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

No âmbito dos trabalhos da Cimeira Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo ocorrida em Cadiz a 16 e 17 de Novembro, foi formalmente apresentada a Corte Ibero-Americana de Arbitragem. Na ocasião, o Presidente da UIBA, Luis Martí Mingarro, salientou aos altos dignatários presentes que "a Corte representa uma resposta da sociedade civil a uma necessidade da comunidade empresarial ibero-americana: uma Justiça mais ágil, uma Justiça mais eficaz, uma Justiça melhor."

A cerimónia terminou com a entrega ao Secretário Geral Ibero-Americano, Enrique Iglesias, e ao Ministro espanhol dos Assuntos Exteriores, José Manuel Garcia Margallo (enquanto presidente em exercício da Comunidade Ibero-Americana) e na presença do Secretário-Geral da OCDE, Ángel Curria, de exemplares do Acordo-Marco assinado em Brasília no passado mês de Outubro. No seu discurso de agradecimento, o Ministro dos Assuntos Exteriores espanhol considerou que o Acordo-Marco transformava "a Cimeira de Cadiz numa Cimeira de Apresentação de resultados concretos, de respostas concretas.".

Em representação das entidades instituidoras da Corte, e para além do Presidente da UIBA, estiveram o antigo Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Bussato, o Presidente da Confederação de Empresários da Argentina e o Presidente da Fundação Luso-Espanhola, José António Silva e Sousa.